Posts Tagged ‘filosofia de vida’

Por um Mundo Mais Humano

julho 1, 2008

Recentemente surgiu no Youtube uma proposta relacionada ao Forum Social de Davos. Esta proposta solicitava as pessoas que deixassem suas idéias em vídeo ou texto sobre o que poderia ser feito para mudar a realidade da América Latina.

Infelizmente eu estava editando um trabalho em vídeo e não consegui dar a minha contribuição. Passado algum tempo entrei no espaço para observar a participação da galera e fiquei sinceramente triste com o que vi. Exceto por ‘meia dúzia’ de sensíveis depoimentos relacionados à transformação das mentalidades, o resto era de fato: um resto de Humanidade. Desculpem o peso das palavras.

Mas as contribuições postadas eram de um terrivel mal gosto. A verdade é que as pessoas esqueceram do argumento inicial proposto e partiram para agressões de todo o tipo, umas contra as outras. Inclusive detonando a participação do escritor Paulo Coelho. Cá entre nós, independente da velha lenga-lenga de se gostar ou não da escrita do Paulo, o que mais me chamou a atenção foi como o sucesso de alguns atinge frontalmente a miséria de espírito de outros – principalmente quando tentamos construir juntos um momento de reunião e convergência.

Seria tão difícil assim : Pensar em comum? Considerar possibilidades alheias as nossas? Considerar que outras pessoas podem ter sucesso, embora pensem diferente de nós?

Por outro lado é compreensível que num mundo regido pela competição desenfreada e separativísmo absoluto, inclusive como tônica educacional, não ocorram milagres em massa.

Cada vez mais me exercito para acreditar na amplitude das consciências, por que o milagre dos milagres já tornou-se velho chavão: assumir para si a responsabilidade que apontamos ser dos outros.

Como disse, certa vez Einstein: “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito!”

Parodiando o gênio: Triste realidade esta em que uma proposta de se pensar como sanar nossos problemas torne-se justamente a arena de nossas divergências.

Como perdemos oportunidades! O que no final das contas revela uma enorme falta de esperança e desamor.

Não consegui mais contribuir e fiquei apenas a pensar, que é o que mais tenho feito nos últimos anos. Pensava em como eu posso fazer para direcionar todas as minhas artes em prol de uma maior compreensão pessoal e coletiva. Gostaria que pudessemos em conjunto alcançar maior amplitude de consciência. Tento amadurecer através de minhas expressões. Faço isso, melhor focada, desde 99 e só agora vislumbro lá no final de um imenso e tortuoso túnel, o meu caminho, de certa maneira preambularmente caminhado..

Bom, já que eu não consegui produzir o meu videozinho a tempo de participar daquele fórum, vou expandir aqui o que eu acho que poderia acrescentar positivamente para se mudar a situação não só da América Latina como do mundo.

Quando perambulei pela França, Espanha e Portugal fazendo exposições e ralando de toda maneira, percebi que existiam pessoas vivendo suas filosofias de vida independente da política vigente. O que quer dizer: trabalhavam e educavam seus filhos em comum, umas se servindo do que as outras poderiam oferecer como serviço e assim vivendo da permuta. É claro que ainda assim interagiam com a sociedade condicionada em busca de um ou outro produto ou serviço, mantendo estreita ponte com o sistema de massa, porém sem mais se dispersarem como indivíduos singulares que somos, por uma vida de hábitos e tradições atreladas as aparências. Sem dúvida uma atitude libertária na direção dos próprios valores, tal e qual Thoreau nos legou com o exemplo de sua vida.

Além dos exemplos de autonomia da Europa, em termos de ‘reuniões de grupos afins’, sei que o mesmo ocorre em várias partes do mundo e mesmo no Brasil. Existe, por exemplo, uma comunidade em Bom Jardim, aqui no Rio de Janeiro, que literalmente ‘cria a sua própria realidade’ de maneira auto-sustentável, construindo suas casas com materiais alternativos, recicláveis, de maneira muito mais econômica. Realizam também o que chamam de ‘leitura da paisagem’, ao explorar a natureza local, respeitando suas propriedades e condições inerentes, longe da proposta tecnicamente especializada e intermediária em que se baseia a economia da sociedade industrial. Lá, ao meu ver, se aprende a velha arte xamânica do desapego rumo a sabedoria por ressonância direta com a Natureza.

Por exemplos como os aqui citados, dentre tantos outros, eu acredito ser possível constituir grupos de interesses comuns (cada qual embuído na construção de realidades afins). Grupos de autônomos que interajam entre si de maneira totalmente independente e supram boa parte de suas necessidades sem recorrer a velhos hábitos – como quem não tivesse diante de si toda a riqueza de uma vida a ser explorada. Assim estaríamos investindo efetivamente numa realidade intrínseca a nossa humanidade.

O Poder Político está nas nossas mãos…

É preciso compreender a importância vital de nossos investimentos. Onde eles se concentram? Em nossa natureza ou nas aparências? Para tanto é necessário deixar preconceitos separativistas de lado e perceber que a realidade são tantas quantos seres humanos existirem no mundo (na faixa de 6,7 bilhões). Enquanto não percebermos que é o separativismo que nos conduz alienando a todos do princípio vital, continuaremos a investir TODAS as nossas energias em grupos de fanáticos por: política, futebol, intelectualidade, religião ou quaisquer disputas de ego. Jamais seremos seres livres, muito menos, Humanidade.

É legal ler, Thoreau, o pai da chamada desobediência civil que inspirou Gandhi. Fiz um pequeno multimídia homenageando Thoreau, publicado no canal Terra Virtual aqui do site, o link está aí embaixo. CLIQUE no txt do Thoreau!! E Som ligado, por favor!

http://www.globalaio.com/desobediencia_civil.html

https://globalaio.wordpress.com/2008/05/26/em-ano-de-eleicoes-desobediencia-civil

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Laranja Mecânica e Autonomia Política

junho 29, 2008

O Filme da vez..

Do original : ‘A Clockwork Orange’, de Stanley Kubrick, rodado em 70 e lançado em 1971.

Vi este filme pela primeira vez na adolescência, há uns 20 anos. Pela crítica social que implica me senti como que em catarse. Exatamente o mesmo ocorreu poucos anos depois quando assisti: ‘Saló 120 dias de Sodoma’ de Pasolini.

Adorei a plástica psicodélica das ambientações e figurinos de Laranja Mecânica, um misto de jardim de infância com cheiro de sexo e rebeldia, enfatizado pelos acessos de selvageria intelectualizada expressas com primor por Malcolm McDowell. Era tudo o que eu acreditava precisar para externar a minha própria fúria mediante um mundo que entendia como algoz.

Muita coisa mudou de lá para cá.

Primeiro, o filme não me atiça o instinto como antes. Segundo, vejo com clareza que apesar de todo o culto a violência, no qual investimos de várias formas, o mundo não é a porcaria que eu enxergava há duas décadas atrás. Apesar dos pesares, tenho em alta conta os seres humanos e um mundo não se constrói por si só.. No final das contas a responsabilidade é sempre nossa: atuando, concebendo, reagindo, omitindo, fugindo, alienando ou construindo.

Pr’ além da ingenuidade assim como da ignorância dos tempos de juventude – independente se um mal do próprio espírito, contexto familiar, genética ou ambas as alternativas, como acredito ser – o importante é perceber a gênese do julgamento, instrumento da moral em que se baseia uma sociedade que desconhece a própria natureza.

É sempre um bálsamo lembrar de Madre Teresa de Calcutá: ‘Quem julga não tem tempo pra amar’.

Era aí que eu gostaria de chegar. Ao julgarmos utilizamos o tal senso crítico para nos separar do que possuímos de mais genuíno : o sentimento natural de compaixão que nos reune ao semelhante, ou à nós mesmos. Ao criticar e não compreender, mergulhando nas dores e misérias alheias, assim como nas próprias (por que também é comum julgarmos a nós mesmos de maneira cruel e implacável), estamos construindo uma sociedade moralista e preconceituosa, que não enxerga além de preceitos sociais separativístas, barganhando a própria humanidade – nossos valores e potenciais intrínsecos – pela ilusão de segurança que nem a saga que a corrupção política desenvolveu e desenvolve durante toda a sua história, é capaz de encerrar.

Laranja Mecânica não faz o mesmo sentido pra mim. Sem sombra de dúvidas é um filme maravilhosamente realizado. O argumento é baseado na corrupção sócio-política, delinquência juvenil e desumanidade sem limite. Infelizmente ainda se sustenta através investimos massivos numa filosofia de vida que ao meu ver já nos revelou o que tinha pra revelar. Eis aqui um retrato de nossa sociedade tão atual quanto há quase 40 anos, época do lançamento do filme.

Por outro lado eu fui além daquela compreensão juvenil quando aprendi a escoar a minha própria selvageria adquirindo nova consciência dos fatos que reprimiam o meu espírito. Penso que a partir do momento em que percebemos a nossa participação no enredo da vida, os horizontes se alargam sem mais chance de se estreitarem. Neste caso, fica claro e cristalino quando estamos simplesmente reagindo a ação de outros ou quando estamos inspirados pela nossa própria natureza a conceber uma vida independente e paralela: o nosso caminho de origem e propriedade.

Criticar ou reprimir são paradoxos os quais a Humanidade precisa se ver livre, uma vez que investe-se energia vital naquilo que não se deseja desenvolver ao invés de investir nos próprios interesses. Ao fazer desta atitude rotina, já era a energia pra se realizar os próprios sonhos.

Uma vez redirecionada a energia, caminha-se adiante. Vale a pena refletir com coragem, simplidade e desapego :

Onde, por natureza e propriedade se encontram os nossos verdadeiros interesses e sonhos?

Na Companhia de Homens

junho 8, 2008

‘Na Companhia de Homens’ é um filme que me impressionou. A grosso modo ele fala de manipulação, mas vai muito mais longe. Trata-se de um filme aparentemente despretensioso, mas que surpreende pela enorme categoria com a qual tira partido de uma construção narrativa impecavelmente bem elaborada.

Planos e roteiro muito bem arquitetados, diálogos inteligentes, cenas produzidas sob medida, sem o menor desperdício.

A opção pelo preto e branco que impregna as cenas de rigor estético – ao invés de limitar, surpreendentemente empresta certa atemporalidade à composição. Show!

A trama é engraçada, dramática e sarcasticamente instigante. Vou desenvolver o raciocínio sobre a narrativa, mas não vou dar ‘o pulo do gato’ da trama por que não quero ser estraga prazer. O filme merece ser degustado sem maiores interferência.

Dois colegas de trabalho, chutados por suas respectivas companheiras, resolvem se vingar das mulheres orientando todo o ódio que nutrem por elas focando em uma mulher frágil e ainda por cima surda. Uma jovem que possui recalques face a própria deficiência, torna-se a vítima perfeita pela qual esperavam.

É verdade que eu cheguei a duvidar quando o bonitão do filme revelou ao amigo e colega de trabalho que sua companheira de mais de 4 anos o havia largado. Cá entre nós, naquele princípio de filme e poucas referências no ar, querendo ou não as aparências tem o seu momento chave resguardado de maiores(ou menores) conotações. E aquele era o tipo de homem que terminaria com as convicções de qualquer solteira convicta. Mas no que o filme vai se desenvolvendo, você vai percebendo um ‘babaca profissional’ em forma de Apolo. Nem tudo é perfeito. A escolha do ator sim, foi – deliciosamente – magistral. Ele encarna um sujeito que aos poucos vai se revelando especulativo e manipulador, embora transmita desde as primeiras cenas ser alguém seguro de si. O que obviamente não significa equilibrado, mas de relance pode ser compreendido como tal.

O outro sujeito, seu amigo de vingança, torna-se chefe de equipe, o que inclui comandar o Apolo-babaca (desculpem, mas a quem interessar nomes de atores, o Google pode dar conta do serviço, o nosso negócio aqui são impressões sensíveis acerca da narrativa e construção audiovisual).

O chefe é um cara sem sal, perguntem a qualquer mulher e não darão mais que isso. Mas também um ator muito bem orientado pelo perfil de seu personagem, desempenhando seu papel com dignidade.

Ao iniciarem, em paralelo, as investidas sobre a jovem deficiente, o Apolo leva larga vantagem, como qualquer pessoa poderia presumir sem qualquer presunção, era possibilidade certa. Mas o chefinho sem sal também sai com a moça. Não tarda para que descubramos que há muito ela não tem relações com homens – como o Apolo havia vislumbrado ser o tipo de mulher ideal para que o plano fosse realmente fatal à vítima escolhida.

Ao perceber que o chefinho sem sal estava se interessando verdadeiramente por ela, a moça que já mantinha relações íntimas com Apolo, revela ao chefinho que há muito não se sentia desejada pelos homens e que portanto ultrapassara os limites da conveniência ao aceitar sair com dois ao mesmo tempo. Ela então resolve dispensá-lo, mas ele não se contém e resolve dar pra trás no jogo arquitetado com o Apolo, revelando à moça toda a armação.

Seguindo a lógica do Apolo, eles deixariam a vítima se apegar para depois abandoná-la sumariamente a própria infelicidade. Assim estariam vingados de suas respectivas ex-mulheres, ou melhor: vacas, como mencionara repetidas vezes.

Além de babaca o Apolo é realmente personagem múltiplo, ele revela toda a sua dualidade ao manipular um de seus subordinados instigando-o a abaixar as calças demonstrando, literalmente ter culhões para integrar a empresa. Embora a atitude revele o lado negro do ‘bonitão profissional’, muito antes de descobrirmos que Apolo manipulara até mesmo seu

velho colega de trabalho, a cena é mais um indício de que Apolo tem profundos complexos. Informação muito bem plantada com o auxílio de cortinas que restringem a visão do ambiente e criam um clima de maior intimidade e intimidação entre o patrão e o subordinado.

Mas o pior ainda estava por vir e desabou sobre o chefe sem sal e a jovem surda, quando este se viu apaixonado pelo alvo da vingança enquanto a percebia literalmente ‘de quatro’ por seu amigo.

Daí em diante desandou tudo num enredo de carências mútuas em manipulações sem quaisquer pudores, orquestradas pela ambição desmedida de Apolo por ascenção no trabalho. Apesar de Apolo ter conquistado o posto de seu colega tornando-se o chefe da vez, seu sorriso e indiferença as carícias da companheira mais remetem à insanidade de sua solidão interior do que ao triunfo profissional.

Por outro lado a cena final é maravilhosa. O ex-chefe sem sal, desesperado pela traição sofrida, vai ao encontro da surda e não consegue se comunicar com ela apesar dos berros em pleno ambiente de trabalho. A surda, sabiamente opta por desviar o olhar da situação – tirando partido de sua deficiência como auto-defesa, e fim de história. Magistral!

O filme é de Neil LaBute e coleciona inúmeros prêmios, como o melhor filme do Sundance Film Festival de 1997.

Uma pérola para quem gosta de tramas bem construídas e desenvolvidas com inteligência e grande poder de persuadir até o mais rigoroso dos expectadores.

Seja seu Próprio Terapeuta – Canal 26

maio 21, 2008

Assista a Entrevista que a professora Vera Calvet no próximo dia 27 na Rede Vida, Canal 29 da NET, as 8:00.

Esta é uma ótima oportunidade para entender a Filosofia Ráshuah e apresentá-la aos amigos e familiares que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer as técnicas e propostas de autoconhecimento abordadas no Instituto Ráshuah.

Como autora de vários livros sobre autoconhecimento, co-fundadora e vice-presidente do Instituto Ráshuah, Vera Calvet, é um importante porta-voz e a pessoa mais indicada para falar sobre os princípios da filosofia Ráshuah. Além disso, ela ensinará a importância da respiração, como fazer a reprogramação mental, tornar-se seu próprio terapeuta, dentre outros assuntos abordados nas entrevistas.

A primeira entrevista irá ao ar no Programa: Relaxe e Viva Feliz’ do Canal 26, Rede Vida, às 8 horas da manhã do dia 27 de maio.

Ao todo serão 5 entrevistas divididas em cinco semanas. Cada programa terá a duração de 25 minutos e abordará temas diferentes.

Abaixo segue a grade de programação para que vocês possam anotar e acompanhar. Assistam, divulguem e comentem.

Programa : Relaxe e Viva Feliz – Canal Rede Vida Canal 26 – TV NET – as 8:00 hs.

PROGRAMAS

TEMAS

NO AR

Primeiro

Seja seu próprio terapeuta

27/05/2008

Segundo

As sete respirações

03/06/2008

Terceiro

Como lidar com a raiva?

10/06/2008

Quarto

Comportamento Controlador

17/06/2008

Quinto

Reprogramação Mental

24/06/2008

Consumo Consciente

março 28, 2008

Em breve vamos falar aqui sobre o consumo consciente. O que vai dos alimentos a tudo o mais que se possa consumir.

Consumo é um ato político tão importante quanto votar, ou mais até, por que neste caso possuimos maiores e melhores opções do que aquelas que nos aprensentam as urnas.

Este papo vem mais adiante. Quando inclusive vou dar o meu depoimento sobre o aprendizados que obtive sobre culinária natureba lá no restaurante Néctar do grande chefe Wal!

Este espaço tem tudo haver com o Sítio São João, separamos apenas para facilitar o acesso às novidades do Sítio na listagem das categorias da página principal do Blog.

Ráshuah na Rádio Band 1360 AM

março 27, 2008

A Simone Salles, gerente do Instituto Ráshuah de Copacabana, estará dando entrevista na Band Musical Dial 1360 AM, divulgando o trabalho maravilhoso de Terapias Holísticas do Instituto.

As entrevistas serão nos dias : 28/03 , sexta feira que vem! E dias: 04/04 e 11/04 – Sempre as 23 horas.

O Institudo fica em Copacabana, 23/1001 e no Itanhangá, na Barra.

Maiores informações, tel: 3684 2127.

Bemvindo! À Alquimia do Globalaio

fevereiro 19, 2008

Seja Bemvindo ao Globalaio! Um espaço produzido com muito amor e dedicação, gestado há cerca de 9 anos e iniciado há 3.. Nossa vocação é trabalhar a ‘realidade’ e o ‘senso comum’, transformando-os em uma grande e séria brincadeira. Uma brincadeira que inspire a tradução de sonhos em realidade.

Compreendemos o mundo atual potencialmente muito melhor do que historicamente ele tem se expressado. Consideramos que apesar da corrupção política, violência, fanatismo de todo gênero e separativísmos que assola a nossa existência, a História da Humanidade tem revelado evolução significativa e enormes conquistas sociais, especialmente nos últimos 100 anos. O que naturalmente nos faz trabalhar a pleno entusiasmo. Como Crianças que se permitem o melhor de si, quando bem dispostas.

Acreditamos que o princípio de toda boa comunicação se faz através de seres humanos maduros e senhores de sí. Para tanto é importante estimular a evolução das consciências em dois sentidos que parecem oposto, mas são complementares: o individual e o coletivo, traduzidos por uma educação baseada no Autoconhecimento e no espírito Colaborativísta. Este é o nosso ponto de equilíbrio.

Somos inspirados pela Vida maravilhosa que a Terra, livre de preconceitos, pode nos proporcionar. Da doação dos melhores estímulos depende a emancipação das consciências. Que assim seja. Aqui e agora!