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O ‘gol’ da questão

dezembro 9, 2013

rindo à toa… 
Hoje, lendo as timelines do facebook sobre um futebol repetitivamente chaaato a enriquecer fifas, cbfs e bestificar homens incapazes de estabelecerem um diálogo que se aproxime da cura desta realidade: machísta, selvagem, invasora, prepotente e radical. OUVI da creche ao lado, um monte de criancinhas juntas gritarem – alegremente: GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLL…………………….

Ahhh, as sábias criancinhas sinalizando. Sempre elas! Pode parecer óbvio, mas na prática não é o que se vê: A questão não é o ‘objeto’, mas o uso que se faz dele. A questão é o rumo bestial desse mundo que promovemos. Insano. (muda a qualidade do rumo, muda tudo).

É

março 18, 2012

Hoje. Uma vontade de dar um pé na bunda desse mundo medonho, de algum jeito que não seja radical. Como parece impossível, sejamos enfim racionais. Não vou mais me adaptar. Uma certeza libertária! Mas a M continua e o problema é a perspectiva do volume.. O telefone toca, a voz carinhosa de um amigo das antigas, viajante e artistão, foi o suficiente pra transformar o meu astral.

Do que que eu estava falando mesmo?!?…

Dizem que Shopenhauer era pessimísta, mas pouco se fala sobre a competição intelectual e mau declarada, quase silenciosa, entre ele e sua mãe. Não à toa ele era duro e, em geral, vacilava quando o tema de seus escritos era a mulher.

Octagenário, sozinho e perto de morrer, sua obra maior, O Mundo como Vontade e como Representação, finalmente caiu nas graças dos intelectuais literatas e ganhou uma edição digna e elogiadíssima. O fato transformou seu fim de vida radicalmente. De amargo ele tornou-se pleno – sempre soube do valor daquela obra e vivera o suficiente para vê-la nascer para o mundo.

Rumino… A cultura do conhecimento não chega aos pés da sabedoria oriental (das tradições milenares). Enquanto a primeira tem seu lado ‘masturbatório’ – necessita se apoiar na imagem de um outro que a satisfaça – a segunda não precisa de nada. Simplesmente é.